domingo, 13 de abril de 2008

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Ao longe uma caravela…conta odisseias,
Carrega com ela, sonhos feitos ao luar
Marinheiros perdidos, ouvem canto das sereias
Escrevem nas estrelas, saudades…desejos no mar

Leva-me no teu rastro
A minha alma quero encontrar…
Ela, que só brilha longínqua naquele astro
Assim eu, que canto ou choro, poderei por fim, repousar

Entre ventos, tormentas do que somos
Tornou-se um estranho, o sonho sem se ver
Numa ilha por vezes habitada do que fomos
Desejos…que não precisam de morrer

(Lúcia Machado)

Daqui. Nada como copiar criatividade alheia.

Estranho isso, de como idéias surgem.
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