Amo as despretensiosas. São as que já passaram da fase de provar que ó, eu sou o máximo. São, na verdade, as que sabem o que são. E não precisam ficar dizendo.
Amo também coisas despretensiosas. Por isso que venho jogando "nintendinho" esses dias. Lógico, tem a coisa do "kidult", mas também é porque não é algo pra você ficar, necessariamente, de boca aberta. É simples e divertido. Gosto de tudo que chamaria de "simples e" alguma coisa. Como aquela manobra, "no comply". No complication.
O que me lembra dois vídeos "simples" de skate que eu tenho procurado ver ultimamente, o "Static III" e o "1st and hope", que são vídeos que dão vontade de andar, de tentar fazer aquilo, diferente de outros como o da Lakai, que dependendo do dia dá vontade de cê desistir de andar pra sempre.
"Ah, mas é porque você tem medinho de ir naquela que seria linda, maravilhosa e metida e nojenta e que poderia te dar um toco. E aí você teria medo de se arriscar." Bem, caô. Tô falando de simplicidade, não de baixa estima. Bom exemplo é uma mulher que saiu no Globo que eu tava lendo. Essa aqui:
“Eu não sou ciumenta, sinto cada vez menos ciúme. Acho que esse sentimento está relacionado a você não conseguir se sentir amada, não pelo outro, sabe? Mas pelo mundo, por você mesma, por Deus, que seja”U beibe.
Então estou rodeado esses dias por coisas simples e por Letícia Sabatella.
Não, não posso reclamar.
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