Ontem foi dia de visitar amigos distantes. Fui no show da Karina, minha professora das antigas do teatro. Passagem-relâmpago, só pra falar oi mesmo. Depois fui com Cícero encontrar com Americano, Tito e Daniel, pessoal das antigas do Anglo. Eles foram dormir e fui eu e Cícero numa festinha dessas de faculdade que tava rolando lá na Urca.
E ficou uma sensação de que eu devia encontrar mais vezes com esse tipo de galera. Me dá uma coisa por dentro, e eu sei que é da vida, mas me dá uma coisa por dentro quando eu paro de falar com certas pessoas simplesmente porque...parou de se encontrar. Por ser incapaz de pegar um telefone pra re-conhecer gente velha, ou conhecer gente nova. Sair do mundinho.
Lógico que só sinto isso com pessoas que costumam atender o telefone sorrindo, se é que os senhores me entendem.
Mas existe essa força, que eu não sei de onde vem, que faz as pessoas simplesmente pararem de se encontrar. E nunca mais. Sendo que são amigos.
E eu acredito em nunca e em sempre. Só não costumo dizer nenhum dos dois.
É essa estrada na minha frente que costuma dizer essas coisas. Deixemos com ela então, não é verdade?
Hoje eu vi uma peça no teatro solar, "Depois da Chuva", e de volta a bordo. Acho que é por isso que eu tô piegas assim.
Bem, avante.