quarta-feira, 11 de julho de 2007

relatório: 3º dia

Acordo relativamente cedo, mas todos estão de pé. Olho para o lado, está D. Neide - tia-avó que também estava a bordo, mãe de Luciete e Joelcio - preparando a mesa da sala - que raramente é usada para alguma coisa - para o café. Experiência totalmente nova para mim, o café fora da cozinha. Vejo o mundo agora com outros olhos.

E estava ainda me recuperando da experiência, quando Aline chega para mim e sugere irmos ao Corcovado. É, isso aí, aquela oitava, ou terceira, ou décima maravilha do mundo. Sei lá. Depois fui me lembrando, puxando pela memória, o que era o Corcovado. Aquela estátua grande...com os braços abertos...ela ainda existe? Caramba, rapaz...o quê? tem escada rolante? elevador? Quando foi a última vez que eu fui...eu tinha...isso, 5 anos de idade. Isso é que é carioca.

Faz jus, realmente, ao status de maravilha do mundo. Mas outra maravilha é chegar lá em cima. Rapaaaaaizz, que coisa manera. Sem stress, sem passagem obstruída, sem bonde caro - estou sendo irônico - muito organizado, ninguém se matando por dinheiro. Mas tudo bem porque nesse dia, nosso governador Sérgio Cabral, estava lá em cima - com Francisco Dornelles - e ia resolver tudo. Isso eu garanto. Antes do pan, pode acreditar.

Ele estava lá porque foi celebrada uma missa em ação de graças pelo Cristo, enquanto maravilha.
E nós, principalmente os hóspedes, estávamos lá para tirar fotos. Muitas fotos. Deitado, em pé, de frente, de costas, vários estilos. E então voltamos, com fome.

Mariana, outra prima de BH, que estava na casa de Gisele e Marina - família grande, já sabem - passou lá para se despedir e voltar pra terra do pão de queijo. A outra, irmã dela, não pôde vir porque está na terra do hambúrguer.

Novamente em frente a televisão, todos.

Novamente festa junina. Mas antes, Rio Sul. Aline sentia aquele shopping chamando seu nome, e ela tinha que ir. Quando fecha o estabelecimento, chegamos à festa. Primos reunidos. Bato o recorde de espera de crepe de chocolate numa barraca. Saldo de um frango empanado, um crepe e nenhum álcool. Eu falei que não sou mais aquele.

Vamos embora. Televisão. Sono.

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E entre lágrimas acordamos cedo, no dia seguinte, para as despedidas. Como sempre.