Passei a tarde em casa, só saí às quatro pra ir muito rapidamente num churrasco da minha prima Kátia no Largo do Machado (eu falei que tinha família grande), e que, sinceramente, tava meio chato.
Voltei, eu e os hóspedes ficamos assistindo o jogo do Brasil, e na verdade nem terminamos de assistir. O povo estava planejando ficar em casa, se preparando para ver fotos antigas e ficar em frente à tv pra esperar o sono, o que eu também queria, mas me liga quem?
Cícero, que agora, além de ansiedade, demonstrava carência. E abstinência de álcool e sexo. Depois de muita insistência, eu fui apenas pra dar uma volta na famigerada festa junina novamente, onde ele me fala que ia encontrar com um amigo dele, o “Paulão da Academia”. Ele falava muito bem do “Paulão da Academia”, disse que ele era enorme (??), gente boa, etc. Bem, o que esse moleque faz na academia não é da minha conta.
Conversa de bar. Histórias de bebedeiras e nights. Todo mundo tem uma. Ri bastante. Voltei pra casa. Saldo de uma caipfruta, duas cervejas e nenhum biscoito.
É, eu não sou mais aquele.